Dia da Independência na Bolívia
A Bolívia assinala o Dia da Independência em 6 de agosto, data em que o ato de independência foi assinado em 1825. Quando o feriado calha ao domingo, as regras nacionais tornam a segunda-feira seguinte feriado para os setores público e privado.[1][2]
Feriado nacional e regra do dia compensatório
O decreto nacional de feriados da Bolívia inclui 6 de agosto como Dia da Independência e determina a suspensão das atividades públicas e privadas. Também estabelece como feriado a segunda-feira seguinte a um feriado nacional que calhe ao domingo, com exceções específicas que não incluem o Dia da Independência.[1]
Esta regra explica a data compensatória: quando 6 de agosto calha ao domingo, o feriado é observado na segunda-feira. A segunda-feira é o feriado transferido, e não um dia de folga adicional automaticamente associado a todos os dias 6 de agosto.[1]
O ato de independência
A data comemora a assinatura do ato de independência em 6 de agosto de 1825, em Chuquisaca, hoje Sucre. O Instituto Nacional de Estatística da Bolívia relata que a assembleia aí determinou que Charcas se separaria tanto do antigo Vice-Reino do Peru como das Províncias do Rio da Prata.[2]
O movimento de independência desenvolveu-se ao longo de vários anos. O mesmo relato histórico descreve as revoltas de 1809 em Chuquisaca e La Paz, a posterior resistência guerrilheira e a assembleia que decidiu a separação em 1825.[2]
Cerimónias e celebrações públicas
As comemorações oficiais incluíram cerimónias em Sucre e La Paz. Em Sucre, uma celebração relatada na Plaza 25 de Mayo incluiu uma oferenda à Pachamama e homenagens florais, seguidas de um encontro na Casa de la Libertad. São exemplos documentados de cerimónias oficiais, e não uma afirmação de que todas as comunidades sigam o mesmo programa.[3]
Um relato governamental de uma comemoração em La Paz descreve honras militares, homenagens florais, o hino nacional e o hastear da bandeira tricolor da Bolívia e da wiphala. O programa específico pode variar consoante o lugar e o ano.[4]
O que o feriado significa para os seus planos
A suspensão legal das atividades públicas e privadas significa que trabalhadores e visitantes devem contar com perturbações nos serviços habituais durante o feriado. O decreto não fornece uma lista detalhada dos serviços específicos, repartições, lojas, bancos ou transportes que encerram ou alteram os seus horários.[1]
Para planear, confirme diretamente junto do serviço ou estabelecimento específico, sobretudo se o feriado tiver passado para segunda-feira. As regras citadas estabelecem o estatuto de feriado, mas não determinam os horários de funcionamento do comércio, dos bancos ou dos transportes públicos.[1]
Perguntas frequentes
O Dia da Independência é um dia de folga na Bolívia?
Sim. O decreto nacional inclui 6 de agosto entre os feriados com suspensão das atividades públicas e privadas.[1]
Quando é o feriado compensatório?
Se 6 de agosto calhar ao domingo, a segunda-feira seguinte é feriado ao abrigo da regra nacional de transferência.[1]
O que comemora o Dia da Independência?
Assinala o ato de independência assinado em Chuquisaca em 6 de agosto de 1825, quando a assembleia decidiu a separação do antigo Vice-Reino do Peru e das Províncias do Rio da Prata.[2]
Os bancos, as lojas e os transportes estão abertos?
O decreto determina a suspensão das atividades públicas e privadas, mas não indica os horários de funcionamento de bancos, lojas ou serviços de transporte específicos. Consulte o horário de feriado do prestador.[1]
Fontes e referências
Fontes utilizadas para Dia da Independência (feriado compensatório) em Bolívia:
- DECRETO SUPREMO N° 2750- Gaceta Oficial del Estado Plurinacional de Bolivia
- Aspectos Históricos- Instituto Nacional de Estadística
- Desde la Casa de la Libertad se rinde homenaje a la independencia de Bolivia- Agencia Boliviana de Información
- Inician los actos protocolares por los 196 años de Independencia de Bolivia (amplia)- Agencia Boliviana de Información