Feriado em Irão

Martírio de Fátima al-Zahra em Irão

Martírio de Fátima al-Zahra é considerado feriado em Irão. Consulte as datas abaixo para se planear e verificar se se aplica um feriado transferido ou um feriado de substituição.

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Datas de Martírio de Fátima al-Zahra

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DataDiaDia de substituição
sexta-feiraNão
terça-feiraNão
sábadoNão
quinta-feiraNão
terça-feiraNão

Martírio de Fátima al-Zahra no Irão

A lei iraniana designa o terceiro dia de Jumada al-Thani como feriado público nacional em memória de Fátima al-Zahra, filha do Profeta Maomé.[1] No Irão, a data é observada no âmbito das tradições xiitas de luto, com cerimónias relatadas em casas, mesquitas, escolas e espaços públicos.[3]

Estatuto legal e data

A lei iraniana indica o terceiro dia de Jumada al-Thani como feriado público pelo martírio de Fátima al-Zahra. A data segue o calendário lunar islâmico, pelo que a sua correspondente gregoriana muda de ano para ano.[1] A lei estabelece o feriado público, mas não prevê um dia de substituição quando coincide com outro dia de folga.[1]

A Lei do Trabalho iraniana reconhece os feriados oficiais como dias de folga para os trabalhadores; prevê também o pagamento de salários nos feriados oficiais em disposições relativas aos trabalhadores remunerados à peça.[2] Os visitantes devem confirmar diretamente os horários de funcionamento dos locais que pretendem visitar.

Significado e contexto

Fátima al-Zahra é venerada nas tradições sunita e xiita como filha do Profeta Maomé. Na memória xiita, os relatos dos seus últimos dias e da sua morte estão ligados à interpretação desta última como martírio; os relatos históricos divergem, e o tema tem sido objeto de debate académico e religioso.[3]

O feriado iraniano integra um período mais amplo de luto conhecido como Ayyām-e Fāṭimiyya. Um estudo sobre o Irão moderno descreve estas observâncias como uma importante comemoração xiita, posterior às cerimónias de luto de Muharram.[3]

Como é observado no Irão

Entre as observâncias documentadas contam-se as reuniões de luto, conhecidas como rawḍakhānī, em casas e mesquitas, bem como cortejos fúnebres pelas ruas de muitas províncias iranianas. Também se realizaram nas escolas e instituições oficiais programas culturais de apresentação de Fátima al-Zahra.[3]

O estudo refere que se recomendava vestir de preto e evitar casamentos e entretenimento como práticas de luto. São descritas como expectativas promovidas durante a comemoração, e não como uma obrigação aplicável a todas as pessoas ou lugares.[3] Consulte as pessoas locais sobre pratos tradicionais ou refeições partilhadas durante o feriado.

O que os visitantes devem esperar

A lei confirma o estatuto de feriado público nacional, e a Lei do Trabalho inclui os feriados oficiais nas disposições sobre as folgas dos trabalhadores.[1][2] Consulte os horários locais de bancos, lojas, escolas e transportes públicos antes de marcar compromissos ou organizar viagens, sobretudo se os seus planos dependerem de um serviço específico.

Perguntas frequentes

O Martírio de Fátima al-Zahra é feriado público no Irão?

Sim. A lei iraniana declara feriado público o terceiro dia de Jumada al-Thani pelo martírio de Fátima al-Zahra.[1] A Lei do Trabalho também reconhece os feriados oficiais para os trabalhadores.[2]

Quando é o feriado?

Calha no terceiro dia de Jumada al-Thani, segundo o calendário lunar islâmico. A data gregoriana muda de ano para ano.[1]

Como é observado?

Entre as observâncias relatadas contam-se reuniões de luto em casas e mesquitas, procissões de rua em muitas províncias e programas culturais em escolas e instituições oficiais.[3]

As lojas e os transportes públicos fecham?

As lojas e os operadores de transportes definem os seus próprios horários, por isso confirme-os antes de viajar.

Fontes e referências

Fontes utilizadas para Martírio de Fátima al-Zahra em Irão:

  1. لایحه قانونی تعیین تعطیلات رسمی کشور- Nezamat legal archive; the page reproduces a law of the Islamic Revolutionary Council
  2. Labour Law (Labour Code)- International Labour Organization, NATLEX
  3. Ayyām-e Fāṭimiyya as an Alternative ʿĀshūrāʾ: The Mourning of Fāṭima in Modern Iran- Journal of Islamic Review